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quinta-feira, 1 de março de 2018

Séries | O Que Vi E O Que Ando A Acompanhar!

Querem melhor tempo que este, de chuvinha, para colocarem algumas séries em dia? Não há melhor altura para isso e por isso hoje trago-vos as minhas séries do momento. Começemos pela que já terminei, TODAS as temporadas!

V I K I N G S 


Estou a falar de Vikings, uma série que estreou em 2013 e conta já com cinco temporadas, tendo esta última sido lançada entre o ano passado e este ano. Para quem não conhece, a série é inspirada nas histórias de invasões e comércio dos nórdicos da Escandinávia e tem como protagonista Ragnar Lathbrok, um agricultor com uma visão além do seu tempo que decide ir em busca de novas conquistas.

E isto, meus amigos, é apenas um resumo dos resumos porque esta série vai muito além deste protagonista; todas as personagens à volta de Ragnar foram detalhadamente pensadas e bem construídas, assim como os cenários, vestuário, hábitos. E por falar nisso, em pesquisa, fui descobrir uma série de mitos sobre os Vikings que achei engraçado partilhar [alguns, vááá]. E aproveito já para dizer que é uma série que vale muitoooo a pena, porque para além de ter o objetivo de nos entreter, é também um pedaço de História que ficamos a conhecer.

- Povo sujo
Pelos vistos é totalmente falso. Os Vikings aproveitavam as primaveras quentes parta longos banhos e ainda faziam sabão a partir de castanhas! Aliás, ainda foi descoberto escovas de dentes, pentes, tesouras e outros objetos que indicavam que o povo nórdico levava a sério a sua higiene!
- Altos e encorpados
Realmente, se formos a pensar, a ideia que temos deles é que seriam todos gigantes. Aliás, eu quando vejo alguém alto, loirinho ou ruivo, quase sempre aposto que é nórdico. Mas a verdade é que este facto também é mito: em muitas descobertas arqueológicas concluiu-se que o homem media, em média 1,70cm e as mulheres teriam igualmente linhas fortes no rosto, de tal forma que nem sempre é fácil definir o género através das caveiras Vikings.
- Mulheres sem direitos
Outro mito. As mulheres tinham sim direitos: de viver a vida da forma como queriam, de se casar com quem quisessem e de se separar, se assim o entendessem. 

Y O U N G   S H E L D O N


Vejo "A Teoria do Big Bang" mas não acompanho fielmente. Ainda assim, do que vejo, gosto e muito e isso foi razão sólida o suficiente parar querer acompanhar "Young Sheldon" que nos conta a história do físico ainda em criança e as peripécias de uma família normal do Texas a tentar lidar com este fenómeno. Porque o pequeno Sheldon Cooper mantém-se fiel à imagem do que vemos em "A Teoria do Big Bang" mas ainda num mundo de descoberta humano e social.

Também aqui a série ganha fortes pontos com as personagens à sua volta, desde uma mãe cristã muito devota, que de tudo faz para proteger o seu filho; um pai treinador de futebol que tem como ponto alto do seu dia beber uma cerveja; um irmão mais velho que deixa um pouco a desejar no que toca a inteligência; a sua irmã gémea que não tem o Q.I. do irmão mas é mais desenvolvida e perspicaz; e por fim uma avó que fuma, bebe e ainda faz de tudo, á sua maneira, para ajudar a sua família. 

Não é uma série brilhante mas é uma série leve, com episódios curtos e fáceis de se ver e com uma premissa muito engraçada. Para aliviar o stress depois de um dia de trabalho, é do melhor!

S . W . A . T .


Bom... este tipo de séries sei que não é para toda a gente, porque há quem simplesmente não aprecie policiais. Claramente que S.W.A.T. é mais uma série policial e foram precisos dois episódios para perceber a sua dinâmica e me convencer. Mas convenceu-me! Sou uma fã assumida de Shemar Moore e fiquei muito triste com a sua saída de "Mentes Criminosas" mas depois percebi que a sua saída teve nexo: agora é a personagem principal de uma série construída com inteligência, principalmente no que toca aos planos de ação da S.W.A.T.

A série retrata a história do Sargento Hondo que, depois de mais um episódio de racismo entre a policia e a comunidade, é colocado à frente da equipa de SWAT, mais numa tentativa de acalmar os ânimos do que crença no seu poder e capacidade de liderança. O que Hondo vem posteriormente a mostrar é que é um líder nato simplesmente porque ouve e cuida da sua equipa. E depois cada episódio é um episódio, com o mistério resolvido no final, mas deixando quase sempre uma pontinha do véu levantado para querermos ver o próximo. 

É uma série que pode aborrecer muita gente porque pode dar a sensação de que não trás nada de novo mas aqui em casa é um ponto de encontro, porque não costumo ver séries com o meu namorado e esta já é de interesse mútuo. Para quem gosta de séries do género, acho que vale a pena ser espreitada. 

E vocês, já viram algum episódio destas três séries? 
O que andam vocês a ver? Eu tenho em lista mais umas quantas... mas aceito sugestões!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

SÉRIES | This Is Us, A Série Com Demasiado Drama Para Mim

Amantes da série This is Us... não me matem já. O que aí vem é só a minha opinião depois de ver em um mês a primeira e segunda temporada - que pelos vistos ainda não acabou - desta série, tão bem falada, tão aclamada quer pela critica quer pelo próprio público. 


Eu comecei a ver esta série o mês passado porque entre as minhas amigas elas comentavam "Ah viste aquele episódio? Ai Meu Deus isto, ai Meu Deus aquilo" e eu na santa ignorância, sem nunca me ter dedicado ao assunto; talvez porque séries de drama não me puxam muito ou talvez porque tive a minha dose com Anatomia de Grey (já nem me lembro em que temporada fiquei) e ainda assim, numa balança, gosto mais de Anatomia. 

Porém, reconheço que estamos perante uma série que no meio da sua simplicidade de produção e complexidade de roteiro, tem um brilho muito próprio e bastante merecedor. A forma como a história está construída (e editada), com várias passagens por tempos diferentes é bastante enriquecedor, assim como avaliar todo o crescimento e diferente fase de cada um dos Big Three. A história dos Pearson, como família e individualmente é muito cativante e opúblico acaba por sofrer com as amarguras das suas vidas.


E é aqui que eu eu entro. É que eu não sofro com aquelas amarguras. Dá-me uma certa pena e até me comovo com algumas coisas, por serem retratos da realidade, mas é só isso. Depois quero seguir em frente... e a história não me deixa. Continuam ali, a navegar no sofrimento, no prejuízo, na angustia. "Por isso é que é uma série de drama, Rititi, estavas à espera do quê?", sim eu sei, mas estava à espera de outra coisa. No entanto, graças a Deus que existe uma personagem chamada Toby e outra chamada Beth - os meus favoritos. Vivem os dramas dos seus conjugues à mesma mas com um toque de comédia subtil e com grande destreza. São personagens muito fortes e que dão muito à história.


Dos três irmãos, Randall é a personagem mais completa, mais engraçada, mais chorona e mais cativante. Já Kate leva o prémio de mais aborrecida. Kevin... Kevin ainda vai dar algo mais à série, creio eu. E agora é esperar para ver dos próximos episódios. 

Por aqui, alguém fã de This is Us? 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

SÉRIES | A Maravilha De Ter Descoberto Stranger Things!

A malta falava e falava e falava sobre a série mas eu não cedi tão cedo quanto isso. Mas na véspera dos meus anos, os planos de ir sair foram por água abaixo e decidi começar a ver a primeira temporada de Stranger Things minutos antes da meia-noite. 



Stranger Things é uma série de televisão americana de ficção científica e terror, distribuida pela Netflix. A série passa-se na década de 1980 e é altamente tematizada pelos elementos culturais da época, com uma banda sonora toda remetente à época e inúmeras referências à obras de Steven SpielbergJohn Carpenter e Stephen King, considerados as grandes inspirações dos Irmãos Duffer para a realização do projeto.
A história remonta-nos ao desaparecidmento misterioso de um miúdo, Will na pequena cidade de Hawkins, Indiana, fazendo com que os seus amigos partissem em sua busca, "tropeçando" no caminho, numa  miúda estranha, com poderes telepáticos. O objetivo de toda a série é perceber quem é esta miúda e onde estará Will.
A primeira temporada contém oito episódios e recebeu críticas bastante positivas pela sua caracterização, ritmo, atmosfera, atuação, banda sonora, direção, roteiro e homenagens a filmes do género da década de 1980.



Well... posso dizer que fiquei viciada na série! Por norma filmes de torror e essas cenas não são nada o meu género mas depois de me dizerem que não era nada de extraordinário, decidi arriscar. Não vou negar que não via às melhores horas (só quando chegava do trabalho) e ficava até perto das quatro da manhã a ver o que me fazia ter medo do escuro ahahahah! Mas aguentei firme porque depois do terceiro episódio da primeira temporada, nunca mais consegui parar para ver o que iria acontecer nos episódios a seguir!



A história, a realização, produção, os cenários, os diálogos, as atuações dos atores, a edição de imagem, a banda sonora maravilhosa... Haverá algo de mal feito nesta série? Está tudo tão bem pensado, tão bem conseguido. Adoro o fator anos 80 estar tão presente em cada cena, em cada música, em cada rosto! E a segunda temporada (não coloquei nenhuma foto da segunda temporada para não entrar em spoilers) é igualmente muito boa, talvez só com um bocadinho de menos ritmo e com protagonistas diferentes. Se ainda não viram Stranger Things, aconselho vivamente a que o façam porque não se irão arrepender!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Cinco Séries De Que Não Me Canso!

Sempre me rotulei de miúda mais de filmes do que de séries e acho que ainda o sou mas nos entretantos comecei a dar oportunidades às séries e sem duvida que existem algumas que não resisto tenham elas um, cinco ou dez anos. 

Two Broke Girls
Estreou em 2011
Seis temporadas


Esta é provavelmente a série que mais me fez rir até aos dias de hoje e conta-nos a história de Caroline Channing (Beth Behrs), uma rapariga que vê a sua vida de luxo ir por água abaixo depois da prisão do seu pais. É Max Black (Kat Dennings), uma rapariga sarcástica e habituada às dificuldades da vida que a acolhe no seu apartamento, arranjando um trabalho exatamente onde ela está: num café restaurante rasco. Mas ambas têm o sonho de melhorar as suas vidas, tentando abrir um negócio próprio e neste caso, um negócio de Cupcakes.


A dupla principal é altamente engraçada e contagia-nos com a sua relação de amor-ódio mas depois existe todo um leque de personagens que complementam e melhoram todos os episódios [Oleg, Earl, Han e a Sophie] que duram pouco mais de 20 minutos cada. Para mim esta série é escrita com uma inteligência à qual já não estamos habituados e não sei se tem o destaque que merece mas uma coisa é certa, amantes de séries de comédia (ou de boas séries) esta é uma daquelas que não vão querer perder!
Rizzoli & Isles
Estreou em 2011
Sete temporadas


Séries policiais é coisa que há ao pontapé (e eu cá gosto disso) mas esta é diferente, por muito que este argumento não seja o suficiente para vos convencer. Mas deixem-me contar-vos a história. Jane Rizzoli (Angie Harmon) é uma detetive da policia de Boston que com gostos masculinos, uma atitude de bad ass e um coração que se deixa tocar várias vezes, torna-se grande amiga da [sempre bem vestida[ cosmopolita Dra. Maura Isles (Sasha Alexander), médica-legista sobre-dotada do departamento. Esta é outra dupla que se vê ao de longe a sua ligação e que assim, acaba por cativar o público, querendo viver as suas aventuras, divirtindo-se com as suas diferenças.


Claro que em cada episódio (com duração entre os 45-55 minutos) há um homicídio mas mais do que o suspense até ser resolvido, é bom estarmos perante uma série que explora a amizade nas suas diferenças  (Jane, a detetive destemida, Isles, médica-legista que tem sempre opinião sobre tudo e sabe tudo, Korsak, o sargento que está quase a ir para a reforma, Frankie Jr, agente da policia que sonha seguir os passos da irmã Jane e ainda existe Angela Rizzoli, mãe dos Rizzoli e uma amiga para todos os seus colegas), sendo nas suas diferenças que se encontra quase sempre o caminho para a resolução dos crimes que ocorrem em Boston. Para mim, esta série nunca sai de moda, apesar de já ter chegado ao fim.

Mentes Criminosas
Estreou em 2005
Doze temporadas


Esta série é um clássico, meus amigos, que eu durante muito tempo ignorei. Não compreendia como é que a minha irmã mais velha era aficionada com aquilo mas também descobri. Porque esta série é maravilhosa, quer pelo que retrata (psicopatas, psicopatas, etc) quer pelas suas personagens e todo o misticismo que alguns temas trazem em alguns episódios.


Esta série que se estreou em 2005 viu há pouco tempo o seu prazo chegar ao fim, assinalando 12 temporadas entre entradas e saídas de vários protagonistas, havendo dois em especifico que arrancam suspiros ao público - falo obviamente de Derek Morgan e Penelope Garcia - devido ao significado da sua amizade e companheirismo (que se sente em todos da UAC). Aqui o enredo da história anda sempre à volta de serial killers e de um estudo do perfil por trás, que leva a que o homicida seja (quase) sempre capturado. E mais do que uma série policial, a graça está exatamente em descobrir como um perfilk pode ser traçado, que pistas estes homicidas deixam para que se consiga perceber um pouco de quem está por trás destes crimes (por norma horrendos!). Eu acho tudo isto maravilhoso por isso é uma das séries que passa no AXN e que eu não me canso de ver!

Outlander
Estreou em 2014
Três temporadas


Se eu sou mega fã da saga Outlander, em livros, como não o poderia ser em relação à série? Eu só vos digo, se ainda não viram, não sabem bem a beleza cinematográfica que estão a perder! Fãs de séries que retratam um período histórico, esta série é para vocês.


Claire Randall (Catriona Balfe) e Frank Randall (Tobias Menzie) viajam até à Escócia em busca de uma lua de mel que não puderam ter por causa da II Grande Guerra. Enfermeira e interessada pelas curas das ervas e plantas, Claire decide dar um passeio em buscas de ervas medicinais, encontrando um circulo de pedras... que a transportou para o ano de 1743. Completamente perdida, longe da sua época, Claire vê-se obrigada a sobreviver num mundo de clãs que desconhece, passando a aceitar regras que não entende... e para mal dos seus pecados, apaixona-se por um ruivo de nome... Jamie Fraser (Sam Heughan). E calma, não há só romance por aqui, há muita história mesmo (guerra dos Jacobitas, pela independência da Escócia) e tudo muito bem feito, tudo muito fiel ao livro e à era em si. Podia escrever muito, mas é uma série mágica - literalmente - e é mesmo algo a não perder! [A terceira temporada está agora no ar!]

Hawaii Five-o
Estreou em 2010
Sete temporadas


Uma série de eleição, sem a menor dúvida. Um dos meus grandes sonhos era conhecer o Hawaii, ams tenho esta vontade quase desde que me lembro de ser pessoa e ao ver este série, para além da história, personagens, etc, as paisagens dão cabo de mim!


 Mas ainda falando do seu conteúdo (mais uma série policial), esta é uma nova versão da série que ficou famosa nos anos 70 e conta a história de um grupo que tem como líder Steve McGarret, um antigo Navy SEAL, que tem carta branda do Governo para atuar da forma como quiser. Com ele trabalha Danny Williams, Chin Ho Kelly e Kono Kalakaua - todos personagens importantes, com destaque, com personalidade e que num todo fazem esta série ser das melhores, dentro do género. Claro que a dupla McGarret e Williams é fantástica, como todo o seu adoro-te-mas-quero-que-morras-mas-não-sem-antes-te-despedires-de-mim-e-ainda-assim-eu-poder-salvar-te.
Fora que devo confessar que tenho um fraquinho imenso pelo ator Daniel dae Kim, desde a série Lost e por isso é-me imperdivel um episódio do Five-o

Conhecem alguma destas séries? São fãs de alguma? Contem-me tudo! :)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

SÉRIES | Yes, finalmente acabei de ver 13 Reasons Why!



Sou sincera... a série demorou muito tempo para me convencer; e quando digo muito tempo refiro-me a cerca de sete, oito episódios. Só a partir daí a coisa ficou interessante, apesar de eu saber que toda a gente está maravilhada com a série que mexe com muitos assuntos dignos de atenção máxima.
Hanna Baker suicida-se e deixa as razões que a levaram a tomar tal decisão gravadas em 13 cassetes que vão circular por um grupo restrito, pessoas cujo ela menciona nessas cassetes. Mas quando a série começa, todo esse grupo já as ouviu, menos duas pessoas e a principal é Clay, que em conjunto com Hanna Baker, conta-nos toda a sua triste história. 

Estou a resumir ao máximo porque fartos de ler sinopses sobre esta série estão vocês e até eu que, depois de concluidos os 13 episódios, lá consegui perceber a euforia em volta deste fenómeno. Tem, para começar, uma edição e uma produção perfeita. Os momentos entre a ação no presente e no passado fundem-se perfeitamente e só o contrates entre as cores (presente tons escuros, passado tons claros) é que nos faz perceber a diferença. A banda sonora é outro fator super importante, escolhida a dedo e encaixada na perfeição. As performances, o guião, a fotografia... tudo está em perfeita sintonia. 

Só fiquem é a saber que esta série será pesada. Não é leve, não tem piadas escondidas nas entre-linhas; é direta, é crua e infelizmente é real. Podemos - cada um de nós - às vezes não achar que aquela razão ou a outra não seriam motivos suficientes para alguém cortar os pulsos mas o que aprendi com o final da série foi... o que sabemos nós da vida dos outros? Que dissabores passam, que traumas têm, que dificuldades vivem? E como podemos controlar o que uma pessoa poderá sentir ao ouvir determinado comentário ou determinada "brincadeira"?

Todos nós [mas é que acredito que todos nós mesmo!] passámos por, pelo menos, uma coisa que a Hanna passou. Se estão a ler isto, é porque felizmente ficaram cá para contar a vossa história mas entre o presente e o futuro, vamos ficar o mais alerta possível para evitar que mais situações destas aconteçam. Porque sim, o bullying mata; mesmo quando pensamos que é algo inofensivo.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Outra série que me faz rir às pazadas!



Não acompanho reliogasamente muitas séries mas existem exceções. Cruzei-me com o "The Mindy Project" há uns anos e foi das melhores descobertas na minha vida. Ando com alguns episódios em atraso mas a série anda a passar na Fox Comedy à noite e eu vejo sempre e sempre mas sempre rio-me à grande. Acho todas as personagens super engraçadas e completas mas a minha personagem favorita é mesmo o Morgan de tão puro e sincero que é!

Alguém já viu "The Mindy Project", centrado na vida da médica obstreta (e bastante cosmopolita), Dra. Mindy Lahiri e da sua restante equipa? Se não viram, a sério, vejam - os primeiros dois episódios custam a agarrar-nos mas se insistirem... não se vão arrepender!

domingo, 12 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Chamem-me de pirosa...

Mas se há série que eu não me canso de ver, mesmo os mil episódios repetidos, é 'Em Contacto' [Ghost Wisperer]. Lembro me que quando a série saiu eu seguia religiosamente e agora sempre que passa na Foz Life... Eu fico a ver. Adoro a ideologia da série, adoro a Melinda Gordon e acima de tudo, a relação entre a Melinda e o Jim é das mais bonitas relações que já passaram em televisão.

Chamem-me old fashion ou até mesmo pirosa maaas eu cá gosto!