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quinta-feira, 21 de junho de 2018

60# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Férias sem um filme não são férias não é? Como sabem sou fã de filmes de animação e hoje é isso mesmo que vos trago: "Sherlock Gnomes"! Se sou fãs do género, então continuem lendo!


"Gnomeu e Julieta chegam a Londres, onde são nomeados como os novos responsáveis pela manutenção do jardim. A nova tarefa cria alguns atritos entre o casal, o que faz com que Gnomeu tente impressioná-la com uma flor que remete ao início da relação. O plano dá errado e voltar para casa, Gnomeu e Julieta descobrem que todos os seus amigos gnomos desapareceram. E é por essa razão que se cruzam com Sherlock Gnomes, que está encarregue de investigar o desaparecimento de muitos gnomos na área, ao lado de seu fiel companheiro Watson." [texto retirado daqui]


Definitivamente não é dos melhores filmes de animação que podemos ver nem tão pouco acho que vai seduzir muito os adultos mas a ter crianças em casa, para ver com elas, é uma excelente opção! Mas agora, na perspetiva dos meus 29 anos, no final do filme já sentia que o tempo me estava a render, não havia uma emoção que me fizesse prender ao filme nem que comandasse a curiosidade do que raio iria acontecer nos próximos capítulos. Claro que, como sempre, existe uma boa lição para tirarmos no final - neste caso, podemos aprender como é bom trabalhar em equipa, que duas cabeças pensam melhor que uma, que todos os elementos de uma equipa são necessários para se obter o sucesso, etc, etc. Mas é mesmo só isso meus amiguinhos; passem à frente!

quinta-feira, 31 de maio de 2018

59# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Ora e hoje trago-vos o filme que eu tanto queria ir ver e me enganei na sala (ver post aqui para perceberem do que falo). Vamos lá ver se gostei ou não do Avengers: Infinity War!


"Thanos (Josh Brolin) chega à Terra, disposto a reunir as Jóias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes." [texto tirado daqui]

Isto é a sinopse mais resumida de sempre mas a verdade é mesmo só esta. Temos um grande vilão que já não é Loki (infelizmente a participção de Loki no filme é muito curta!) mas sim Thanos que não olha a meios para atingir os seus fins, passando por cima de quem mais ama, incluindo da sua filha [não, não vos vou dizer quem é a filha]. O seu grande objetivo é exterminar raças, lugares e mundos - incluindo um lugar chamado planeta Terra - e isso só o poderá conseguir se encontrar e obter as Jóias do Infinito. E posso adiantar: sim, ele consegue. Portanto a questão é só uma: e agora?!


Agora têm de ir ver o filme para perceber do que falo e eu se calhar tenho de rever para obter as minhas certezas porque ainda não sei se se adorei ou simplesmente gostei. Desculpem a minha fraca avaliação desta vez, mas é o que sinto. Não consigo decifrar os meus sentimentos em relação a esta mistura da malta dos Guardiões da Galáxia (talvez porque nunca vi os filmes) com os Vingadores e até a fraca presença do Thor durante o filme. 


Mas isto é o que é, ser fã da Marvel é de vez em quando ficar confuso e não perceber de quem ou de qual filme gostamos mais e depois de ter visto o "Black Panther" e de ter amado, fica difícil igualar... algo quem nem é para ser igualável. Quem viu, que tal? Gostaram?

quinta-feira, 17 de maio de 2018

58# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Well, eu confesso que não sou amante de filmes do género do que eu fui ver e vos trago hoje aqui no blogue - por engano. Literalmente por engano. Porque eu queria ir ver o filme que estava precisamente na sala do lado. Eu tinha bilhetes para a sala do lado. Mas enganei-me... e fui ver o Rampage [quando na verdade queríamos ter visto os Vigadores...].


"Davis Okoye  é um primatologista (Dwayne Johnson), um em-militar que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila muito inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experiência genética sem bons fins é feita num grupo de predadores, que inclui o primata, os animais transformam-se em monstros que destroem tudo no seu caminho. Agora Okoye tenta conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe global." [texto tirado daqui]

Eu por norma não me desloco ao cinema para ver filmes de ação - por norma, não é sempre. Por norma, não vejo filmes com animais - e aqui não é bem só às vezes, é quase sempre. Não vejo filmes sobre cães perdidos, cães que esperam pelos seus donos e eles não vêm, cães felizes mas que morrem precocemente, cavalos que são protagonistas de histórias, etc, etc. Não me fazem bem esses filmes porque sinto que me roubam as entranhas com tal sofrimento que sinto. 


Quando me apercebo que não há capitão América ou Thor no filme e vejo um gorila a ficar gigante... desatei num pranto, num sufoco de tal forma que me faltou o ar, quase ali a roçar um ataque de pânico. Porque morro de medo de ver animais a serem mortos, a sofrer, etc, etc. Mas agora, que já passaram uns bons dias desde o dia que vi o filme, posso pensar de forma fria; é um filme de ação, com uma premissa já bastante vista. Mas o The Rock está na moda (tão na moda que acreditámos que ele até entrava num filme sobre os Vingadores... [não gozem, por favoooor xD]) e parece que onde ele toca, há pernas para andar. Para os amantes de filme de ação, há aqui todo um desenrolar de história que poderão advinhar a cada minuto - não há fator surpresa em quase nenhum momento - quase. Para os que não são tão fãs e não estão habituados a estas coisas, vejam. Vão passar um bom bocado, provavelmente melhor do que o meu. 

sábado, 5 de maio de 2018

Lisboa | Cinema Ao Ar Livre!

Estava eu nas minhas pesquisas, que nunca têm bem um destino ou um objetivo fixo, quando me deparei com esta notícia da MAGG: Clássicos do cinema ao ar livre! Tive logo que averiguar e cá estou eu partilhar esta informação de ouro. 


Pois bem, comecemos com o principal: de onde veio esta ideia?!
Chris Wood e Phil Llic são dois amigos cinéfilos que começaram, por brincadeira, a reunir amigos para verem clássicos ao ar livre. A iniciativa teve tanto sucesso que saiu do contexto caseiro, para dar asas ao inicio da Cine Society
Contexto? Cadeiras ao ar livre, uma vista brutal, uma tela onde são projetados vários filmes de diferentes eras e ainda auscultadores wireless, para que o barulho exterior não interfira e se possa viver bem o filme, ao estilo de cinema fechado! Segundo ponto: onde? São dois os locais, o Topo Chiado, em Lisboa, e o Blue Bar, no terraço do Hotel Baía, em Cascais. Quando? De um a 31 de outubro, às 21H e com valores entre os 12 e os 45 euros [porque em Cascais existe a opção de se poder escolher um sofá]. 

Estamos a falar de filmes como "Life of Pi", "Dirty Dancing", "Mamma Mia", "Rocky", "Juno", entre outros [para todas as idades e gostos!]. Podem averiguar datas, filmes e disponibilidade de bilhetes AQUI!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

57# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Maltinha, hoje é dia de se falar de cinema aqui pelo estaminé. Hoje o filme escolhido já foi visto há algum tempo, no cinema até, mas só agora é que vai aqui para o ar. Estou a falar de um filme com a assinatura de Clint Eastwood - o "The 15:17 to Paris".


"A 21 de Agosto de 2015, um comboio de alta velocidade com 554 passageiros a bordo segue o seu destino de Amesterdão a Paris. A viagem decorre normalmente até surgir um homem armado com uma metralhadora kalashnikov, com intenções de matar todos os passageiros. Entre os ocupantes, viajam três norte-americanos: o estudante Anthony Sadler; Alek Skarlatos, acabado de regressar do Afeganistão pela Guarda Nacional; e Spencer Stone, da Força Aérea norte-americana. Aproveitando o momento em que o indivíduo tenta desencravar a arma para prosseguir o ataque, os três acabam por imobilizá-lo, evitando uma tragédia de enormes proporções." [texto tirado daqui]


O presidente da França destingiu os quatro homens com a mais alta distinção do país, a Legião de Honra

O ator e realizador Clint Eastwood não quis deixar passar em branco um momento de grande stress ocorrido naquele comboio que só não acabou em grande tragédia porque três (ou quatro) pessoas agiram. Tiveram a capacidade, frieza, coragem e destreza de intervir. Todos nós soubemos desta noticia, todos os jornais escreveram/falaram sobre ela. Sobre mais um ataque na Europa. Mais um plano para tirar vidas. 

Mas estamos a falar de um ataque terrorista que foi evitado e só por isso, merece a pena virar filme porque há histórias que não são escritas somente num roteiro. Esta foi uma história real e interpretada pelas personagens reais da história: Anthony Sadler, Alek Skarlatos e Spencer Stone [que passa uma boa parte do filme em Portugal, mais propriamente nos Açores]. 

Não é uma obra-prima nem tão perto dos seus melhores filmes, mas é um filme que se vê extremamente bem, virado mais para a vida dos seus protagonistas, desde a infância até ao momento em que tudo acontece - e para isso temos que esperar pelos últimos minutos do filme, sim. Portanto se estão sem planos para o fim-de-semana, porque não dar uma vista de olhos a este filme?

quinta-feira, 19 de abril de 2018

56# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Meus queridos, hoje é dia de cinema aqui pelo estaminé (como já sabem, de 15 em 15 dias, há para aqui filme). E hoje o filme de que vos venho falar, já foi visto há uns largos tempos, até mesmo antes dos Oscars, mas vem muito a tempo. Senhoras e senhores, Lady Bird!


"Christine McPherson (Saoirse Ronan) está no último ano do ensino secundário e o que mais deseja é ir para uma faculdade longe de Sacramento, Califórnia; uma ideia firmemente rejeitada pela sua mãe (Laurie Metcalf). Lady Bird, como a adolescente exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto esse momento não chega, ela divide-se entre as obrigações educacionais no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora." [texto tirado daqui]

Se foi filme que eu amei? Não. Se não tive capacidade de ver mais além e perceber porque estava na corrida de vários prémios? Pois não, não tive essa capacidade. Não posso dizer que não é um filme engraçado sobre as peripécias de que um adolescente vive, desde os desentendimentos no seio familiar às descobertas do mundo adulto. Mas... o que há mais para eu me agarrar e vos dizer "É maravilhoso!"? Ah, minto, gostei muito mas MUITO mesmo da banda sonora! 


Por favor partilhem comigo, pessoas que já viram o filme, a vossa opinião. Fui que que não estive atenta e só vi o básico? devo rever novamente ou sentiram o mesmo que eu?

quinta-feira, 5 de abril de 2018

55# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Quando soube do lançamento do novo "Jumanji" dei por mim a pensar que queria ver mas não era necessário ir ao cinema. Sei lá, daquelas coisas que nos dão na cabeça. Dito e feito; vi-o recentemente e confirma-se que é um filme para se ver em casa. mas é para se ver!


"Quatro adolescentes encontram uma consola com um jogo chamado "Jumanji", cuja ação se passa numa floresta tropical. Empolgados com o jogo, eles escolhem seus avatares para o desafio, mas um evento inesperado faz com que sejam transportados para dentro do universo fictício, transformando-se nos personagens da aventura." [texto tirado daqui]

Não é um filme genial e nem sombra faz ao original mas não deixa de ser um filme engraçado se o objetivo for passar um serão agradável, até porque, convenhamos, viram que atores foram escolhidos? Tinha que ser para rir. E o que eu me ri - mas eu também considero que sou uma pessoa de riso muitooooo fácil. Se forem mais críticos que eu, "Jumanji" pode bem passar-vos ao lado. Se bem que a dupla Dwayne Johnson e Kevin Hart faz desconfiar que daqui sai mesmo gargalhada!



Ainda assim foi com o ator Jack Black, que interpreta uma personagem feminina, que me ri mais. E o Nick Jonas... o que andava por lá a fazer? Hum, são vocês que vão ter de descobrir!

Já alguém viu este "Jumanji"? 
Quem não viu, sentem-se curiosos?

quinta-feira, 22 de março de 2018

54# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Nem sempre é possível mas pelo menos uma vez por mês gostamos de ir ao cinema e se houver filmes das Marvel nas salas, é esse que vamos ver. "The Black Panther" já estava na nossa lista assim que saiu mas ainda não tínhamos tido oportunidade de o ver mas ainda bem que ainda o conseguimos apanhar no cinema porque vale muito a pena ver em ecrã gigante! E é esta a minha introdução para o post de hoje - já há muito tempo que não gostava tanto de um filme!



"Após a morte do rei T'Chaka, o príncipe T'Challa (Chadwick Boseman) regressa a Wakanda para a cerimonia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. Ainda assim, T'Challa recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong'o), a grande paixão do atual "Pantera Negra". Juntos, eles vão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), alguém que roubou Vibranium de Wakanda mas mais problemas surgirão, vindo diretamente da familia." [texto tirado daqui]

Primeiro tenho a dizer que os atores foram todos escolhido a dedo, porque a esmagadora maioria são lindos, garanto-vos. Alguns rostos parecem desenhados com lápis e esquadro (e o problema é que não são só os rostos, há com cada abdominal...) mas o mais importante, é que todos eles se encaixaram perfeitamente nas suas personagens e todas as personagens trazem força e conteúdo a uma história que já fez faturar (e muito) a Marvel!



Falta só acrescentar uma coisa... a banda sonora! O filme até podia não ter valido dois tostões mas só pela música, valeu muito a pena! Por isso já sabem, se não viram o "The Black Panther", vejam que vale muitooo a pena! Vai ser mesmo um bom serão! :)

Mas malta que já viu, qual a vossa opinião?

quinta-feira, 8 de março de 2018

53# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Pessoal, antes de mais, um excelente DIA DA MULHER para todas as minhas seguidoras e leitoras! Que tenham sempre orgulho no que são e no que representam e que tentem sempre ser a melhor versão daquilo que realmente queremos representar!

Posto isto [e porque às quintas, quinzenalmente, aqui o estaminé fala sobre cinema], hoje o filme que vos trago tem uma protagonista bem forte. Mulher, claro está. Senhoras e senhores, "I, Tonya".


"Mostrando, desde muito pequena, talento para patinagem artística no gelo, Tonya Harding (Margot Robbie) cresce destacando-se nesta atividade, ao mesmo tempo que vai aguentando maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe (Allison Janney). Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas num relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994. Um filme baseado em fatos reais." [texto adaptado daqui]

Quando decidi ver o filme, não foi por conhecer a história, devo confessar. Nunca tinha ouvido de falar de tal acontecimento mas pelos vistos foi algo que abalou o mundo do desporto, especialmente da patinagem. E depois do filme, conseguimos entender a dimensão do acontecimento. E de certa forma, de alguns factos. Há quem possa achar que é um filme que vitimiza Tonya Harding ou que a desculpa. Mas acho que é apenas um filme que conta os factos da história na vertente de uma das protagonistas. 



Allison Janney acabou mesmo por receber o Oscar de Melhor Atriz Secundária por interpretar (quiçá) uma das piores mães da história do cinema, tão bem protagonizado, que levou a estatueta de forma mais que merecida. Também Margot Robbie tem uma performance de se aplaudir de pé e provavelmente esta será a rampa de lançamento para muitas mais nomeações, ou assim esperamos! 

Para quem não teve a oportunidade de ver o filme, aconselho vivamente que o façam porque estamos perante uma obra que nos faz sentir um misto de emoções, que nos convida a viver a pele de Tonya e de outras personagens e no fim, vão querer aplaudir o que acabaram de ver. 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

52# Tragam As Pipocas, Hoje É Dia De Cinema!

Andei eu a ponderar e a ponderar se até aos Óscares, eu colocaria todas as semanas a review de um filme. No entanto decidi manter a rúbrica exatamente como ela está, de 15 em 15 dias, ainda que já tenha uma data de filmes nomeados e prontos para opinar. Só que os Óscares estão já aí à porta por isso só me resta começar pelo primeiro dos nomeados que vi: "The Shape of Water".


"Década de 60. No meio de grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), empregada de limpeza  num laboratório experimental secreto do governo, afeiçoa-se a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer)." [texto tirado daqui].

Comecemos pelo inicio: são 13 nomeações, 13 [tais como Melhor Atriz, Melhor Atriz Secundárias, Melhor Ator Secundário, Melhor Realizador e claro, Melhor Filme, entre outros]. Portanto alguma coisa o filme tem de ter, não acham? Eu acho. E fui buscar aqui um resumo muito bom daquilo que eu acho:

" (...) Nas madrugadas no laboratório, a princesa e o monstro escutam música, comem ovos cozidos e se apaixonam. É um conto de fadas que usa arquétipos clássicos, mas não os reprime. A bela não é casta, a fera não precisa de cura. O vilão não se limita à destruição desse amor - a maldade de Strickland é consequência de um homem problemático, obcecado pelo sucesso, surdo a tudo a seu redor. (...) Diálogos leves conetam os elementos da narrativa naturalmente e apresentam personalidades completas -  seja Giles (Richard Jenkins), o vizinho ilustrador que ama filmes antigos e tortas de limão, Zelda (Octavia Spencer), a fala-barato e protetora colega no turno noturno de limpeza, ou Hoffstettler (Michael Stuhlbarg), um homem da ciência preso num mundo político. (...) Del Toro trabalha cada centímetro do ecrã, pensa nas cores (...) mas não trata o filme como um quebra-cabeça. É essa fluidez que esconde o seu esforço e garante que a posição do espectador seja esquecida, colocando-o dentro da história." [texto tirado daqui].


Sei que muita gente não apreciou o filme ou na melhor das hipóteses achou-o engraçado mas não compreende tantas nomeações. Eu cá acho que tem grandes possibilidades de levar uns quantos Oscares mas não posso adiantar-me muito porque ainda me faltam ver uns quantos. 

Quem aí desse lado gostou deste filme?
Qual o vosso favorito na corrida deste ano para Melhor Filme?

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

51# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema

Alô maltinha! E se da última vez falei-vos sobre o último filme que vi em 2017, hoje trago-vos o primeiro que vi este ano. Já tinha passado sobre os meus olhos algumas vezes e pensei sempre "Este filme não é para ver com o namorado que ele deve secar...". Bom...


"Recém-separada do marido, Alice Kinney (Reese Witherspoon) decide recomeçar a sua vida mudando-se para sua cidade natal, Los Angeles, com as duas filhas, para a casa que foi do seu pai, cineasta vencedor de um Oscar. Durante uma comemoração do seu 40º aniversário, ela conhece três cineastas que precisam de um lugar para morar e acaba cedendo, deixando os três desconhecidos permanecerem no seu quarto de hóspedes temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas."


Para mim "Home Again" foi engraçado mas mantenho a opinião de que o meu namorado ia achar mais do mesmo, secante, filme de gaja, etc. E sim, é filme de gaja! Não é uma premissa que ninguém adivinhe, do inicio ao fim, como vai acabar. É um filme sobre laços de amor e amizade criados onde, como, quando e com quem menos se espera. Eu vi numa noite de insónia, mas num domingo à tarde com as amigas é igualmente perfeito!

Por aí, já alguém viu? 
Se estão sem planos para o fim-de-semana e só querem algo para descansar a cabeça, este é o ideal!

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

50# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

A minha irmã foi ao cinema ver "Coco" com a minha sobrinha e disse-me que eu tinha mesmo de ver, que era triste mas muito, muito bonito. Não duvidei, afinal estava a falar de um filme com a assinatura Disney. E ouvi falar tanto de "Coco"... que decidi ir sem expetativas para ser eu a sentir do inicio ao fim.


"Miguel é um menino de 12 anos cujo sonho é ser um músico famoso, mas a sua família desaprova totalmente o seu sonho. Determinado a mudar o rumo da sua história, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba criando uma extraordinária reunião familiar."



Isto é uma forma muito resumida de descrever o filme mas o que ele nos dá e nos transmite, é muito mais que isto. A minha sobrinha adorou-o mas acho que só quando crescer vai sentir verdadeiramente o que o filme quer transmitir. Adianto que chorei. Fez-me pensar, sentir cá no fundo e concordar com a mensagem final. Tão bem conseguido, em todos as vertentes: grafismo, fotografia, argumento, banda sonora... Posso já arriscar o que o Oscar de Melhor Filme de Animação vai para "Coco"? 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

49# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Alô maltinha, hoje trago-vos o último filme que vi em 2017 e que vi na aventura, não estava bem a ver (instintivamente falando) se valeria a pena ou não. Para saberem se sim, continuem a ler! :)


"Alex (Kate Winslet), uma jornalista que se preparava para viajar, a fim de tratar do seu casamento, e Ben (Idris Elba), um médico com uma cirurgia marcada, iam apanhar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem alugar uma avioneta, a fim de chegarem aos seus compromissos. Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai numa região montanhosa coberta por neve. Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos e sem grande esperança."


Em primeiro lugar: gostei. É um bom filme de entretenimento, dramático mas leve. "The Mountain Beteween Us" não nos obriga a desesperar pois o ritmo e a estrutura da história faz-nos, sim, aceitar o que o destino nos reserva, havendo sempre um instinto que nos obriga a lutar pela sobrevivência. A dinâmica  e a química entre os atores é muito boa, a história é ligeiramente previsível mas é um filme que nos prende q.b. até porque há sempre a pairar no ar a dúvida se irão sobreviver e a questão de quando é que vão começar a enrolar-se ahahah!

Por aí, já alguém viu este filme? 

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

48# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Maltinha, hoje trago o último filme de 2017! Vi-o no outro dia e tinha de vir partilhar convosco a minha opinião.


Neste filme viajamos para o reinado da Rainha Victória, mais precisamente para 1880, quando dois rapazes provenientes da Índia são escolhidos para participar no Jubileu de Ouro da Rainha. Um deles, Abdul Karim, quebra o protocolo ao olhar diretamente nos olhos da Rainha, acabando por cair nas suas boas graças, passado a ser um dos seus confidentes e conselheiros.
Obviamente que esta aproximação trás dissabores à familia e circuito de amigos da rainha, tentando de tudo por afastá-los. Mas é a postura de Abdul que faz com que a Rainha "regresse à vida", aprendendo novas coisas sobre um novo mundo (o mundo dele), voltando a realçar o seu lado mais humano.


Quando vi este filme em exibição no cinema pensei que seria uma obra de arte, só pela capa do filme, ou só pela atriz principal (Judi Dench), ou só porque é um filme sobre a nossa História - História da Humanidade. Mas acabou por se revelar um filme banal, diria enfadonho em determinadas partes, mas com muitos pormenores interessantíssimos. Guarda-roupa, fotografia, banda sonora e a própria participação de Judi Dench que é brilhante, como sempre! Mas vale a pena ver por casa, num domingo à noite chuvoso.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

47# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Foi na minha folga, na segunda-feira, que o meu namorado me levou de arrasto à sessão da meia-noite. Eu ia meia reticente porque as críticas que tinha lido não eram as melhores e quando cheguei à sala de cinema e vi que éramos apenas seis espetadores...


Depois da morte do Super-Homem (Henry Cavill), um novo inimigo espreita à porta para dominar e quiçá destruir o mundo como o conhecemos. Sem grandes aliados, Batman (Ben Affleck) convoca Diana, a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) para se juntar a ele nesta missão quase impossível de tentar salvar o mundo e ainda encontrar novos recrutas. Ainda assim, conseguem que se juntem a eles o Flash (Ezra Miller), o Cyborg (Ray Fisher) e ainda o Aquaman (Jason Mamoa). 


Well... Na gíria, eu diria que é fixe o filme. Mas é só isso que tem para me dar. É fixe, vê-se mas não fica na minha cabeça. Ah, minto; ficou na minha cabeça e por uma coisa negativa. Já não me lembrava de ver efeitos especiais tão mal feitos há tanto tempo... Como é possível? Quem deixou que o filme avançasse com tamanha má edição de efeitos especiais? Tudo bem... eu consigo fechar os olhos e pensar no filme para além disso. Mas depois chego a outra conclusão... que raio se passa com o Ben Affleck? Onde está o folgo e até o fogo com que atuava em frente às câmaras? Mais valia terem dado mais tempo de antena ao Ezra Miller que é tão engraçado durante todo o filme sem ser forçado. Mas foi a Mulher-Maravilha que teve mais presença em toda a longa-metragem. Até porque foi dos filmes que mais sucesso teve então agarram-se a ela como bandeira de salvação - esta é uma teoria minha, atenção ahahahah!


Se deviam ir ver ao cinema o filme? Ah, não, poupem o vosso dinheirinho. Mas voto para que reúnam os amigos e vejam num serão à tarde ou à noite porque não é um filme horrendo. Eu reforço: é um filme fixe e pronto.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

46# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!


Quando este filme saiu no cinema simplesmente não me puxou nada para o ver mas agora quando vi que a sequela estava no cinema, fiquei a pensar que se calhar até merecia ser visto.

Bad Moms conta a história de uma mãe (Mila Kunis) normal, que no seu dia-a-dia tem várias tarefas: trabalhar, cuidar de si, cuidar da casa e ainda tratar do mono do marido, aliado ao facto de ainda ter de cuidar dos filhos - levá-los à escola, fazer-lhes a refeição, comparecer em reuniões, festas, etc - e ainda fazer parecer que está tudo em perfeita harmonia na sua vida. Até que se cansa de tentar ser perfeita e decide implementar que é ok ser mãe e cometer erros. Mas isso trás consequências, como em tudo nesta vida não é?


Mas a premissa, muito resumidamente, é esta e é, a meu ver, apenas e só mais uma comédia. Não das mais engraçadas mas é uma comédia que traz uma mensagem muitoooo interessante. A meu ver, quando uma mulher sai de casa ou se junta ou tem um filho, parece que se espera tudo e mais alguma coisa de uma pessoa que continua exatamente a mesma, no seu interior. Espera-se muito das mães mas eu concordo com o facto de que É OK uma mãe/pai ERRAREM. Faz parte da vida e não tem mal. 

Já alguém tinha visto este filme? E o segundo, viram? Eu ainda irei ver!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

45# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Well, não é novidade nenhuma que sou fã dos filmes da Marvel, se bem que até aos dias de hoje ainda não tive coragem de acabar o Dr. Strange mas...


Hoje falo-vos do Thor - Ragnarok. Neste filme, começo por falar do vilão que neste caso é uma vilã (sim, o Loki ganhou um bocado de descanso no papel de mau da fita) e tão bem interpretada [como já se havia de esperar] por Cate Blanchett, que faz de irmã mais velha de Thor, Hela, que regressa a Asgard a fim de domina-la em absoluto. 


O problema é que Thor, depois de ter visto o seu martelo partido, fica preso noutro planeta onde ninguém o pretende ajudar a sair dali, mesmo ele cruzando-se com um velho amigo, Hulk. 

Parece estranho esta mescla? Não, claro que não; afinal é tudo Marvel (até o Dr. Strange dá um pezinho numa cena). Mas posso dizer que de todos os filmes, este Thor não tem nada a ver com os outros. É colorido, animado (poderei dizer até um bocadinho demais...?), ligeiramente exagerado, ligeiramente pop. Pode, definitivamente, não agradar a todos (o meu próprio namorado ficou um bocado no limbo quando o filme terminou, sem saber se tinha gostado ou se simplesmente não era daquilo que estava à espera). 


Falando na minha pessoa... eu gostei mas fiquei um pouco com a sensação que havia demasiada festa, demasiada animação. E acho que há melhores. Mas para ver com os amigos, para soltar uma gargalhada ou babar um bocado pelos abdominais de Chris Hemsworth, vale a pena!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

44# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Alô maltinha, hoje é quinta-feira e por isso trago-vos mais um post sobre cinema; no último post da temática, falei-vos do primeiro Kingsman e por essa razão, hoje só poderia falar da continuação da saga!


Quando tudo parecia estar calmo na agência Kingsman, sem mais nem menos, a sede (e as casas dos seus agentes) é atacada por mísseis, dizimando a agência e sobrando apenas Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) que rumam aos EUA em busca de uma agência secreta - Statesman.
E é aqui que entram novos personagens na trama: Tequila (Chaning Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos unem-se para combater a maior traficante da atualidade, Poppy (Julianne Moore) que está farta de estar na sombra do seu sucesso e o seu plano é mais que maquiavélico.


Well... estou na dúvida para perceber se gostei mais do primeiro ou deste mas como eu comecei ao contrário, vi este primeiro e só depois vi o outro... mas pronto, acho que resumidamente gostei muito dos dois! Continuo a dizer que são dois filmes muito cools, talvez o primeiro como é 100% british, tem mais pinta mas mesmo assim este não deixa de ser engraçado - se bem que não percebo o que raio o Tatum [que tem tanto potencial] faz neste filme. Posso arriscar em dizer nada!

Seja como for, não são filmes que marcam a história do cinema mas sem dúvida que são dois filmes bons para entreter!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

43# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Well, eu vou ser sincera, eu comecei ao contrário; primeiro vi o segundo filme e só depois é que vi o primeiro - por isso já perceberam que há um segundo! Estou a falar-vos de "Kigsnman" - e é do primeiro que vos vou falar agora porque gosto de fazer as coisas por ordem!


"Kingsman" é uma agência secreta que combate o mal do mundo de smokings feitos por medida e de forma discreta. Eggsy (Taron Egerton) é um jovem britânico que só se mete em confusões e vive num lar conflituoso, dando-se mal com o padrasto. À beira da prisão, Eggsy é resgatado por Harry (Colin Firth) que tem uma divida de vida para com o falecido pai de Eggsy; achando que tem potencial para tal, convida-o a alistar-se na recruta da Kigsnman para a vaga de Lancelot (depois de verem o filme perceberão). 


Enquanto Eggsy luta para se integrar e sobreviver às provas, o resto da agência tenta travar um psico, interpretado por Samuel L. Jackson, que tenta a todo o custo convencer altas patentes a ficarem do seu lado, para revolucionarem o mundo - mas de forma mortífera. E posso adiantar que quer este filme, quer o segundo, foram os filmes mais cool que vi este ano.  E honestamente não sei bem como vos traduzir o que acho cool mas é um filme com muita pinta, muito sotaque britânico, muitas lutas, sangue, derrotas e vitórias. A edição de imagem e a banda sonora é muito boa e faz-me lembrar um bocadinhinho do Tarantino [se são fãs do realizador, vejam e digam-me se não há um piquinho da assinatura dele por aqui].

Da próxima vez trago-vos o review do segundo filme - que ainda está no cinema :)

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

42# Tragam as pipocas, hoje é dia de cinema!

Hoje o filme que vos trago não é propriamente recente - é de 2012, mais precisamente - e apesar de o ter visto há já uns tempos, no outro dia estava a passar na televisão e eu lembrei-me que ainda não tinha falado dele.

"The Odd Life of Timothy Green" ("A Vida Extraordinária de Timothy Green") é uma história de esperança e de amor, acima de tudo. Cindy (Jennifer Garner) e Jim Green (Joel Edgerton) tentam mas não conseguem ter filhos e acabam por enterrar no seu jardim toda a esperança e sonhos numa caixa de papel. Depois de uma noite de tempestade, aparece-lhes à porta um menino que misteriosamente vem para mudar as suas vidas e cada um individualmente. Mas não só. 



Timothy vai tocar nos corações de quem o rodear. Sem se importarem de como ele apareceu, o casal aceita-o simplesmente nas suas vidas, aprendendo lições humanas que nunca poderiam fazer sozinhos. E sempre que Timothy consegue passar a sua lição, uma folha (das muitas que tem) cai dos seus tornozelos. Parece uma premissa estranha mas faz sentido se virem o filme.

É um filme de domingo à tarde, é verdade, mas acima de tudo é bonito. Tem uma história bonita e às vezes é só mesmo disso que precisamos, não é? Às vezes só precisamos de um filme que nos faça criar esperança e ver as pequenas coisas que a vida nos dá e que por vezes nem ligamos... Vejam, sério :)