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domingo, 6 de janeiro de 2019

Kazaar | A vida muda quando tens um cão!

Fez um ano que o Kazaar entrou pela porta de casa, levou-me às lágrimas numa emoção que até hoje não consigo descrever. Foi o meu presente de Natal de 2017 que só chegou pela altura dos Reis e muito bem, porque foi o melhor presente da minha vida. 

A vinda do Kazaar fez-me crescer e muito. Fez-me mudar prioridades, tornou-me [arriscaria mesmo] numa pessoa melhor e passei a fazer parte do núcleo de mães de animais. Porque eles passam a ser sangue do nosso sangue, não tenham a menos dúvida disso.

Foi um ano de muitas coisas destruídas mas que eu não trocaria por nada. Depois de um par de horas tudo passa, porque claro que custa ficar sem um par de ténis, mas o que ele me dá, de forma gratuita e sem julgamentos não tem preço… Amo-te Kazaar 💚

sábado, 24 de novembro de 2018

Sete Anos De Matilde!

Não me canso de escrever todos os anos como a tua chegada me mudou e me mostrou que há sentimentos que nos avassalam sem volta a dar. Desde pequeninos que estamos (ou pelo menos devíamos) rodeados de amor mas o amor de um sobrinho só acontece quando o vemos e o sentimos nos nossos braços.


Hoje celebras o teu 7º aniversário e não consigo parar de pensar no segundo em que os meus olhos bateram nos teus. Em tudo o que vivemos. As coisas que já te pude ensinar e todas as coisas que já me fizeste aprender. E acredita que foram mesmo muitas porque só até termos uma criança tão perto de nós é que percebemos que teorias há muitas mas na prática, cada criança é uma criança, nenhuma é perfeita nem nenhuma crença é indestrutível ["Ah se fosse meu filho…", calma, quando lá chegarem depois falamos….]. Das horas que choravas para as horas que agora ris. Que bom que é ver-te crescer, ver que os teus traços de personalidade acompanham o mesmo fio condutor desde que tinhas horas de vida mas vão-se apurando (para o bem e para o mal, essa é que é essa). 

Hoje já escreves tão bem, fazes Karate, estás a par das novas músicas do Kevinho e ainda volta e meia chuchas no dedo e aninhas-te em nós… Tão pequena, tão independente, tão bebé grande. Para o ano prometo que já te empresto os meus ténis, até lá… vai continuando assim, uma pequenina e grande menina! Parabéns minha Princesa da Ruindade! 💗

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Um Ano De Vasquinho!

Há um ano atrás, estava eu em Londres. Descansada que o meu sobrinho ia esperar eu vir de férias para nascer. Mas não esperou e eu senti um coração a transbordar ainda mais. Tinha nascido o meu segundo sobrinho, Vasco - Vasquinho, como é mais comum chamarmos-lhe. 


É dono de um sorriso quase sempre presente naquela cara gorducha, ri-se por tudo e de tudo e é do mais simpático que há. É bem robusto: alto e encorpado, gordinho que se desunha porque come tudo o que lhe derem. É um safado para dormir - para não lhe chamar coisas piores - e morre de medo do Kazaar. Mas sabem aquilo que o Vasquinho é mesmo? Feliz. E que seja assim sempre! Feliz aniversário minha pequena mini ruindade! 💗

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Feliz Aniversário, Meu Melhor Amigo Kazaar!

Hoje o Kazaar celebra o seu primeiro ano de vida e eu felizmente, tive a sorte de vir a ser a dona dele, quando nada previa que isso acontecesse. Porquê? - perguntam vocês. Porque, essencialmente, o Kazaar foi o escolhido pelo dono da mãe dele para se juntar à família e crescer junto da sua mamã. O que aconteceu é que perto dos três meses, ele foi rejeitado pela mãe, sendo atacado e mordido na cabeça. Perante esta situação, o senhor ficou sem condições para manter os dois, acabando por ficar à mesma com a mãe e o Kazaar, não sei bem como, em janeiro, entrou pela casa a dentro e saltou-me logo para o colo, mordendo-me o queixo!









Perdoem este coração de manteiga mas o meu bebé faz um ano e eu não podia ser mais feliz desde que ele chegou à minha vida! É tão difícil de expressar o carinho e amor (e diria mesmo dedicação) que eu tenho para com este bichinho… Hoje não existem lembranças de ténis roídos. Ou de buracos no sofá. Vá, existir existem mas hoje vamos tentar que não venham à baila eheheh!

sábado, 6 de outubro de 2018

Bull Terrier | Daquelas Frustrações... Caras!

Lembram-se deste post? Well, dei uma nova oportunidade à Tiendanimal e desta vez, tenho zerinho a apontar. Encomendei e na data prevista, estavam a tocar á minha campainha, sem atrasos nem stock em falta. Foi com muito suor que fiz a encomenda mas felizmente correu tudo bem. E isto tudo para dizer que gastei cerca de 49€ em vários artigos de forma a não pagar portes de envio. 49€ em coisas para o Kazaar, nomeadamente brinquedos. 



E o que é que ele me faz? Sim, ele brincou com os brinquedos. Mas também me fez um buraco nesta mala que nem um mês de vida tem… Que frustração, que vontade de o esganar!

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

O Dia Em Que O Kazaar Virou Bull Terrier De Verdade...

Ser dona de um cão de primeira viagem tem muito que se lhe diga. Estamos sempre a ser surpreendidos por alguma coisa, mesmo que tenhamos lido e obtido mil informações acerca da educação de um cão ou de uma raça em especifico. Como sabem, na altura que pensei em castrar o Kazaar, li imensa coisa para obter o máximo de prós e contras, de forma a ajudar a tomar a melhor decisão. E até hoje em nada estou arrependida de ter escolhido castrar; muito pelo contrário. O Kazaar é um animal super social, dá-se com todo o tipo de cães, não mede por vezes a força nas brincadeiras mas nunca mordeu. 

Até esta segunda-feira. 
E eu fiquei sem gota de sangue quando vi aquela boca aberta, quando vi aqueles dentes todos de fora, quando ouvi o outro cão, o Cokie, a ganir e quando vi que aquela mandibula não se abria nem por nada deste mundo. Foi terrivelmente assustador porque foi a primeira vez que vi o Kazaar a defender-se. Era um cão com quem ele já tinha estado e até tinha corrido bem. Mas não naquela noite. Naquela noite o Cokie atacou o Kazaar e ele não arranjou outra forma sem ser defender-se. Para mal dos meus pecados porque pensei que arrancava um bife ao Cokie. Presenciei de perto o que é um Bull Terrier sentir-se provocado e chateado. Só os conseguimos separar com água mas não desejo a experiência a ninguém. No final, o Kazaar estava extremamente desorientado, sem ter bem noção de como aquilo aconteceu, querendo só estar perto de mim. E foi isso que aconteceu… dormiu a noite toda no aconchego do meu corpo porque estava demasiado assustado, eu sentia. 

Foi assim que ele quis adormecer naquela noite...

Esta segunda-feira vi o meu cachorro transformar-se em adulto e eu senti que não estava preparada para perder o meu doce menino para este tipo de situações mas a verdade é só uma, como as evitar? Quando o solto no parque de canídeos, estou sempre atenta aos passos dele. Não tolero ataques do Kazaar porque não é essa a educação que insistimos em dar mas em caso de ataque do outro lado, como poderei impedir a sua própria defesa? 

Muita coisa a assimilar… Vocês já passaram por episódios parecidos com os vossos bichinhos? 
Qual foi a vossa reação? O que aconselham? 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Bull Terrier | E Já Com Oito Meses, Como Anda O Kazaar?

Acho que a pergunta indicada seria: 
como é que eu ando? Como estou a sobreviver a ter um cachorro em casa? 

E eu digo-vos: estou mesmo em modo de sobrevivência. Depois de uma vida inteira a ter gatos, calha-me um cão (lindo de morrer) na rifa que me destrói qualquer coisa em casa - pelo menos! - uma vez por semana!! Há pouco tempo desabafei no meu Instagram (para quem quiser seguir, é só vir aqui), numa série de Instastorys, como é difícil chegar a casa e ver (como foi o caso, naquele dia) uma almofada do sofá com um buraco enorme. Ou mais um par de ténis a ir com o caraças. Ou um buraco no caixote do lixo. Ou um par de havaianas ratadas. Ou uma par de óculos roídos. Etc, etc, etc. 

Não sou de ferro e às vezes a minha paciência é testada no maior dos limites e as minhas forças quebram. Sabem porquê? Porque educar é duro. Educar não tem hora nem local e é uma tarefa durissima. E por favor poupem-me aos comentários de que se ele o faz, é porque o permitimos. É porque facilitamos. Vá lá... sejam conscientes e condescendentes. Eu trabalho, eu tenho uma vida que se divide um múltiplas situações, não dá para fazer uma vistoria de uma hora antes de sair de casa para ver se nada ficou ao alcance deste animal! Às vezes acho que tranquei a porta ou do quarto ou da sala ou do que for (temos de trancar porque ele já aprendeu a abrir portas!) e é o suficiente para haver festa de alguma coisa quando chegamos a casa. 

Eu chego a casa sempre perto da uma da manhã, está bem? Nem sempre dá para ter a maior paciência, nem sempre dá para respirar fundo. Mas como em tudo na vida, depois passa. Passa sempre. E ele acaba por dormir, inicialmente aos meus pés e depois em cima de mim. 
Olha-me com o olhar mais ternurento que vi na minha vida e só tenho vontade de chorar. De chorar porque fiquei sem mais um par de ténis e de chorar porque, ainda assim, o Kazaar é muito especial e não o trocava por nada desta vida. 

eu e o Kazaar 

E agora respondendo à pergunta inicial: como anda o Kazaar? 
O Kazaar anda e é um cão feliz, com uns donos que o adoram e fazem tudo por ele! 💚

quarta-feira, 6 de junho de 2018

C-Zero | Habemus Carro Elétrico!

O meu namorado e as suas ideias que não lembram a ninguém... ou lembrar até lembram mas só ele mesmo para ser o teimoso suficiente para ir avante com algo que só pelo trabalho que dá, dá logo vontade de desistir - pelo menos a mim. Mas a verdade é que ele tanto falou, tanto se mexeu para aqui e para acolá, que na semana antes de irmos de férias, tínhamos a chegar à porta, diretamente da França, um carrinho movido, na totalidade, a eletricidade! 

Eu tenho que ser honesta e reconhecer que ele de beleza deixa muito a desejar mas por dentro é muito bonito, confortável e arriscaria a dizer que até é espaçoso - mais do que podemos achar no primeiro impacto visual! Claro que conduzi-lo é uma verdadeira aventura por só ter dois pedais - como os carros automáticos - e quando damos por nós já estamos a travar com o pé esquerdo... e nem vos digo a sensação ahahah! Tirando isso, com o hábito a coisa dá-se e o meu namorado já o domina [eu ainda tenho que conduzir super concentrada em não mexer a perna esquerda] e o melhor de tudo é que, apesar de pouca autonomia [a bateria cheia dá para pouco mais de 100km], já nos fez poupar uns quantos litros de gasóleo em cada um dos nossos carros e convenhamos, o valor dos combustíveis está pela hora da morte!


Não é um carro topo de gama nem de última geração mas tenho que dar o braço a torcer e ver que é um carro que tem vindo a cumprir bem a sua missão: ajudar-nos a poupar dinheiro! Ambos trabalhamos em Lisboa, ambos levamos carro e para além de pagarmos portagens (eu ainda pago estacionamento...) saí-nos bem do bolso atestar o carro, às vezes mais que uma vez por mês. 

Se tiverem alguma curiosidade sobre como se encontrou o carro, como se foi buscá-lo, processos de legalização, postos de carregamento, aplicações sobre carros eletricos, etc, etc, façam aqui as vossas perguntas que tentarei, juntamente com o meu namorado, responder às vossas dúvidas!

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Bull Terrier | O Kazaar Foi Castrado!

O assunto foi debatido e debatido várias vezes. Castramos ou não castramos? O que é melhor para ele? Vamos pesquisar, vamos ler, vamos informar-nos com a nossa veterinária. 

E foi assim, quase desde que o tivemos nos braços, que nos dedicámos a esse estudo: pesquisar casos e mais casos de Bull Terriers castrados ou não. Como reagiam, como viviam, mudanças no seu corpo, na sua personalidade, na sua interação com outros animais. Uma coisa é certa: não existe certo ou errado no que toca às castração ou não dos nossos bichinhos. Tudo o que lemos nos deu força para avançar para a castração de forma a ajudar o Kazaar a crescer e a ser um cão saudável, feliz e sociável. Porque uma das coisas que mais lemos é que os Bull Terriers machos não castrados têm muita mas muita dificuldade em lidar com outro tipo de animais, principalmente se forem machos... aí é quase zero a taxa de sucesso. 


Quando apresentámos o assunto à veterinária que acompanha o Kazaar, ela apoiou-nos no sentido de que não era algo disparatado e lá fora (leia-se em outros países da Europa, por exemplo) é algo muito natural. Se é animal de estimação, se não é para fazer criação, é castrado. Ponto final e sem discussão. O que mais ouvi quando dizia que ia se calhar castrar o Kazaar é que era uma pena, que podia ter ali uma fonte de rendimento................................... ok. Portanto a castração já aconteceu e o Kazaar vai continuar a ser aquilo que sempre foi: a alegria da casa, a nossa companhia, o nosso grande companheiro que nunca foi adquirido com o objetivo de ser fonte de rendimento!

quarta-feira, 28 de março de 2018

Bull Terrier | A Primeira Mini-Cirurgia Do Kazaar!

Sempre que eu dizia ao meu namorado que precisava de um animal, para além das tartarugas, cá em casa, ele dizia-me sempre o mesmo: não temos vida para isso. E na altura, em termos de horários, não tínhamos mesmo. Neste momento, já temos mais disponibilidade pessoal mas um bocadinho menos financeira. 

Mas no segundo que o Kazaar entrou cá em casa, tudo isso mudou porque tudo o que fosse necessário para o bem estar dele, tinha de vir em primeiro lugar do que qualquer destino de férias, roupa ou acessórios novos, por exemplo. Sabíamos também que ao inicio é uma batulada maior: vacinas atrás de vacinas, colocação do chip, etc. No entanto, se acharmos que nunca nada lhe vai acontecer porque o estamos a prevenir de apanhar doenças, também estamos errados porque ele também pode por si só magoar-se e arrancar-nos mais uns belos € na carteira sem contarmos. E foi o que aconteceu ontem. O Kazaar, nada brutinho, de alguma forma rachou as unhas ao meio, das patas da frente, e algumas conseguiu mesmo levantar até ao sabugo! 

fotografia tirada hoje de manhã, ainda com olhar cabisbaixo

Notámos uma diferença de comportamento abismal e claro que a veterinária nos confirmou que aquilo (como devem calcular) dava dores horríveis e por muito que um Bull Terrier seja resistente à dor, ele ainda era cachorro e era normal que estivesse mais abatido. Foi necessário dar-lhe anestesia geral e teve que lá ficar um tempinho para que tudo fosse tratado com o máximo de rigor sem o magoar ainda mais. Sozinho em casa, só de funil para não arrancar as suas novas luvas de pugilista ahahahah! Eu hoje consigo rir, mas ontem só conseguia chorar de aflição. (Até porque ainda teve direito a uma mordidela de um Yorkshire (vejam bem...) na ponta do focinho logo à entrada da clínica).

Foram quase 100 euros esta ida à "oficina" (nada mais, nada menos do que o meu subsidio noturno) mas como disse, ele é da minha (nossa) responsabilidade e tudo faremos para lhe darmos o melhor que pudermos! E nisto, o Kazaar manda beijinhos, lambidelas e também umas doces mordidelas a todas pessoas que pelo Instagram comentaram a fotografia e/ou enviaram mensagens de apoio! 

segunda-feira, 19 de março de 2018

Bull Terrier | Kazaar A Ser Dono Do Nosso Reinado!

Quem frequenta este meu espaço sabe que vivo há relativamente pouco tempo com o meu namorado - depende do que cada pessoa considera pouco tempo mas há pouco mais de um ano - e nem sempre foi foi fácil a sobrevivência a dois nesta casa. Do que dizem, o primeiro ano é sempre o mais complicado, que é quando há aquele choque de diferentes formas de se estar. 

Quando finalmente sentimos que as coisas estavam a ser alinhavadas de forma mais pacifica, eis que entra uma bomba de intensidade [piadinha com o nome do meu amorzinho de quatro patas] cá em casa para nos virar do avesso, outra vez. O Kazaar já está connosco há mais de dois meses e já cresceu imenso. Os dentes de leite já caíram praticamente todos e já não parecem agulhas quando nos morde; agora deixámos de ter arranhões e furos nas mãos para ter literalmente nódoas negras. A força que aquele bicho tem na boca deixa-me maravilhada - mas é uma grande característica da raça e o importante é que ele saiba medir a mordidela e saiba parar e abrir a boca quando lhe mandam. Porque ninguém vai querer ser mordido por um Bull Terrier em fase adulta.

Kazaar em janeiro

Kazaar em março

E antes que se assustem, toda a gente diz que ele é um excelente cão de guarda (leia-se isto com muita ironia) porque vende-se facilmente a qualquer pessoa. Só quer festas e mais festas e palmadinhas e beijinhos. É um doce. Um doce muito abrutalhado, mas um doce. Mas nesta fase em que ele está a entrar (talvez possamos mesmo chamar adolescência) a paciência começa-nos a falhar de vez em quando. Mas por mais asneiras que faça... não dá para ficar zangado muito tempo. Dou um exemplo: no fim-de-semana, o Kazaar roeu pela primeira vez um par de pantufas, do meu namorado. Nessa noite foi deitar-se chateado com ele, sem lhe fazer festas nem nada. Acordei e estava todo agarrado ao cachorrinho, os dois com um ar de puro prazer. Que se há-de fazer quando existe este tipo de amor? :)

E vocês, passaram por muito quando os vossos animais eram bebés?

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Foi À Nove Anos Atrás Que Ele Me Roubou O Pirmeiro Beijo!

Não podíamos ser mais diferentes. Não podíamos distanciar-nos mais do que muitas vezes pensamos, achamos ou agimos - mas nunca digas nunca. E ainda assim, este íman invisível que está no meio entre o amor e a insanidade, vem e junta-nos numa bolha só nossa. De tantas vezes que te digo que te racho a cabeça ao meio com a frigideira, deixa-me então agora dizer-te como te acho bonito. Continuas a ser o mais bonito entre todos. Continuas a fazer disparar o meu coração, a deixar-me ansiosa para que chegues a casa só para eu poder estar contigo. Porque tudo é melhor quando tu estás. Tudo. Até o silêncio da casa que partilhamos.

A nossa vida a dois já teve tantos altos e baixos. tantas dúvidas, incertezas, rancores e saudades. E ainda assim eu tenho a certeza absoluta que, apesar de já termos tido provas que sobrevivemos um sem o outro, seremos incapazes de viver esta vida completos na ausência um do outro. És meu namorado. Meu amigo. Meu mecânico. Tentas ser meu Gestor Financeiro mas sem sucesso. E és tantas outras coisas que às vezes gosto muito, outras vezes, nem por isso. Mas és tu. E tu serás sempre, sempre parte de mim, seja qual for a altura da minha vida, esteja onde estiver.


Gosto muito de ti e eu espero que saibas disso. E espero que gostes do que te escrevi porque foi do fundo do coração e sem segundas intenções (mas já agora aproveito para recordar que não me ofereces um ramo de flores desde que me licenciei e fazendo bem as contas isto foi em 2010, desgraçado, por isso fica a dica...) porque o amor é assim ❤

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Bull Terrier | Balanço Das Primeiras Semanas Com O Kazaar!

Pois é, já passou mais de um mês desde que o Kazaar chegou cá a casa e pôs tudo de pernas para o ar. Literalmente. A casa agora nunca está arrumada (não que antes também tivesse impecável mas agora está um exagero), temos de ter mil cuidados com o que deixamos à vista do Kazaar na nossa ausência - se bem que até agora os danos calculados ainda não foram muitos...), ficámos ainda mais pobres no que requer a economias mas com certeza... com certeza que ficámos mais ricos no coração.


É uma criança autêntica. Tem sempre fome, tem sempre sede, tem sempre o nível de brincadeira no máximo mas quando dorme, aterra mesmo e isto acontece várias vezes ao dia. E o sono é ainda mais profundo se estiver aninhado. E tal como uma criança, também tem birra do sono. Fica rabugento, só faz asneiras, só quer morder quando no fundo só quer um colo para começar a ressonar (como gente grande!). Adora um peluche do Mickey que a minha mãe lhe deu, adora correr na praia, adora ir buscar a bola e atirar-se para cima de nós do género "Olá mãe, eu sei que brincámos há uns minutos mas podemos brincar só mais um bocadinho?".


E eu cá adoro-o por inteiro.
Mesmo sabendo que ele tem um fraquinho (bem) maior pelo meu namorado. Adoro-o e já não saberia viver sem ele. E quero acreditar que ele já não saberia viver igualmente sem nós, sem o colo, o amor e o calor que lhe damos! ❤

sábado, 27 de janeiro de 2018

E Habemus Autorização Para O Kazaar Passear Na Rua!

Já referi aqui diversas vezes que a chegada do Kazaar à minha vida veio mesmo revolucioná-la e para bem melhor. Tanto amor que existe, tanto aconchego, dedicação... Mas devo confessar que estávamos em pulgas para que a vacinação fosse completada a fim do Kazaar começar a ir à rua. 


O rapaz ao inicio até ia aos jornais mas depois já era no tapete da sala, do quarto, da casa de banho... enfim, jornalada com ele. Quando está sozinho em casa faz sempre (ou vá, esmagadora maioria das vezes) no local que lhe compete, mas quando estamos em casa... só quer estar em cima de nós. E apesar da situação dos xixis e cocós em locais variados nos por os cabelos em pé - tapete da sala azul turquesa teve de ser levado para o sotão, relvinha fashion da marquise também foi enrolada para num futuro, quiçá, próximo, regressar à base - acho uma tremenda delicia toda esta ligação. 

Agora que passaram quatro dias desde que a última vacina foi dada, temos autorização para hoje o Kazaar dar o primeiro passeio sem ser ao colo. Malta com animais bebés, lembrem-se que é muito mas muito importante, pelo menos no incio de vida dos vossos animais, eles terem a vacinção completa antes de irem à rua; sei que custa, sei que sai da carteira mas se decidirmos ter um animal, que seja de forma consciente e responsável.  

domingo, 21 de janeiro de 2018

Cinco Coisas Que Me Custaram A Habituar Quando Saí De Casa

Toda a gente sonha um dia sair de casa, encontrar o seu lar, fazer dele o seu ninho, o seu porto de abrigo; uns conseguem mais cedo que outros, mas todos nós arranjamos planos e sonhos para quando chegar esse dia. A minha vez chegou de forma não muito planeada e quando dei por mim estava "estoirar" todo o meu dinheiro em coisas essenciais a uma casa e ao seu funcionamento.

O ato de sair de casa não se traduz em apenas ganhar independência ou um lugar só nosso mas uma outra série de coisas. Em relação a mim decidi partilhar convosco aquilo que mais me custou a habituar quando dei por mim com uma casa para ser "eu" a "conduzir".


1 - Contas, contas e mais contas: definitivamente isto foi o que mais me custou, receber cartinhas [ou email's] mês após mês com valores, todos juntos, que davam - a meu ver - um absurdo! ("A sério que a luz custa assim tanto?", "A sério que já nao há gás? E é este o valor?!, etc, etc). Isto porque eu nunca tinha pago nenhuma conta em casa dos meus pais então andava meia a leste de como dói!

2 - Temos que ir às compras...: não me aborrece nada ir às compras, mas aborrece-me chegar ao frigorifico ou ao armário e constatar que falta algo. Não gosto de chegar ao ponto que falta mas muitas vezes não controlo e acaba mesmo por faltar e isso irrita-me ("Quando é que eu bebi tanto leite?!", "Como assim já não há iogurtes?!).

3 - Ainda aspirei à dois dias e olha para o chão: confesso que quem aspira cá em casa é o meu namorado, portanto isto é uma frase dele e é bem real. Como raio é possível já estar tudo cheio de pó e cenas no ar, e manchas e isso tudo?! Do que me lembro na casa dos meus pais o chão não estava sempre assim [ou definitivamente a minha mãe merece muito mais respeito pelo que sempre fez em casa!]. 

4 - O que fazemos para o almoço?: possa... a sério que não desgosto de cozinhar, apesar de não ser nenhuma master mas tem vezes que não me apetece naaaada e quase sempre nessas vezes não lhe apetece a ele também mas também não tenho nem a minha mãe cá nem a mãe dele portanto sobra mesmo para nós o ato de nos alimentarmos!

5 - Desde quando o monte de roupa por passar já tem metro e meio de altura?: outra coisa que também não desgosto de fazer é passar a ferro mas lá está, nem sempre me apetece e quando olho, o monte da roupa já quase ultrapassa a minha altura e isso irrita-me. Tal como me irrita que ele se deixe ficar até à última sem meias para olhar finalmente nos olhos da pequena montanha que existe lá em casa. 

E quando percebi que, por mais estratégias e planos para dar volta à situação, estas questões que referi continuavam a acontecer, limitei-me a aceitar que todas elas fazem parte da rotina de se ter uma casa. Acontece em qualquer lar, acontece aos melhores até.

E vocês que já saíram de casa, qual foi a maior dificuldade que tiveram? 
E os que ainda não saíram, o que mais temem?

sábado, 20 de janeiro de 2018

14# Só se estraga uma casa

Cá em casa a maioria das vezes andamos em discordia ou porque eu cozinho mais vezes que ele ou porque ele aspira mais vezes que eu e etc, etc. Mas para falar em absoluta verdade, acho que neste momento até encontrámos um equilibrio e dividimos bem as tarefas [se garagens, motas e carros entrarem]. 
Mas há uma coisa que é certa e não há cádivisões...


Fotografia com muita surra de fofurice só para vocês! Encontrei este quadro a 10€ na Primark e logo soube que podia fazer coisas muito giras com ele cá em casa. Agora está ali pendurado no corredor, com esta frase tão verdadeira (cof, cof), à espera de nova inspiraçao [vem com 232 letras]. 

Ps: E aquele doce ali enroladinho ao lado? 💚

sábado, 13 de janeiro de 2018

Bull Terrier | Curiosidades Sobre A Raça E Sobre O Kazaar!

O desafio foi lançado e muitos de vocês (quer aqui, quer pelo Instagram) colocaram algumas perguntas acerca do Kazaar e da própria raça, que é Bull Terrier. 

Devo começar por responder à pergunta que mais foi feita: de onde veio o nome Kazaar? 
Então malta, Kazaar é um café da Nespresso, o café mais intenso da gama. Sabem quando precisam mesmo de acordar e ter um granda power? É este café que precisam de beber! Não sou a maior fã deste café, mas sei reconhecer a sua intensidade e ver que é um café encorpado. Foi exatamente por considerá-lo intenso e forte, que dei o nome ao meu cachorrinho de Kazaar - um nome igualmente, por si só, com presença.


De onde ele veio? - perguntaram-me bastante também.
Então é assim, como sabem, um Bull Terrier não é encontrado num canil municipal, por exemplo. São raças que se as quisermos, temos de as comprar. E foi o que o meu namorado fez MAS antes que mandem 300 pedras, deixem dizer-vos que só não surgiu AINDA cá em casa um cão resgatado porque o meu namorado sabia o meu amor pela raça e foi nesse sentido que o fez, para me surpreender e agradar, porque ele próprio sempre teve cães adotados - assim como eu, mas neste caso gatos. Sei que este tipo de situações de adotar/comprar animais leva a uma discussão sem fim e efetivamente não é isso que eu quero, porque considero que ambas as situações são aceitáveis porque TODOS os animais merecem amor e uma oportunidade.

Mas o Bull Terrier não é considerada uma raça perigosa?
Outra pergunta super questionada... Pois é pessoal, eu sei que quem olha de frente para um Bull Terrier treme um bocadinho as perninhas porque não deixa de ser uma raça que impõe respeito mas, por lei, o Bull Terrier não é uma raça potencialmente perigosa. Questionamos à nossa veterinária (Draº Cátia, obrigada por tudo desde já!) assim como pesquisámos já até à exaustão sobre o assunto e podem até ver pelos vossos próprios olhos neste artigo do Jornal SOL.
No entanto, ainda que não seja uma raça perigosa, vão existir vários cuidados com ele, de forma a correr o mínimo de risco de incidentes - como trela curta, e dependendo do espaço, açaime.

Tens uma casa grande para ter esse cão, não?
Não, malta. O Bull Terrier é um cão que se adapta facilmente ao vosso meio, seja ele um apartamento ou uma vivenda com quintal e no meu caso, vivo efetivamente numa vivenda com quintal, mas o quintal já está ocupado pela cadelinha da vizinha de baixo, uma menina arraçada de Pit Bull [sim, a casa está muito bem guardada agora ahahahah!] por isso o meu Kazaar vai contentar-se com o espaço que temos dentro de casa (que é bastante aceitável) e com os longos passeios que pretendemos dar com ele - assim que poder ir à rua - porque sabemos que, apesar de ser um cão que pode estar num apartamento, é igualmente um cão que necessita de se exercitar MUITO. Ser cansado. Corridas, brincadeiras, loooongas caminhadas para se poder exercitar e claro, para que não sinta [ainda mais] necessidade de destruir algo em casa ahahah!


E tens a certeza que ele não é mau?
Vocês nem vos passam o que eu já ouvi desde que as pessoas souberam que eu tinha agora um Bull Terrier. Já me perguntaram porque escolhi um cão tão feio, já me disseram que ele era super perigoso, que é um cão das lutas e os que não arriscam a ser tão frontais, perguntam a medo se tenho a certeza que ele não é mau... Malta, como é que eu tenho a certeza disso? Como é que eu tenho a certeza se o vizinho do lado não é mau? Só conhecendo-o não é? Então, o Kazaar está há meia dúzia de dias connosco e até agora, está dentro do que já li sobre a raça:

"O Bull Terrier ao contrário do que muitas pessoas pensam é uma raça muito dócil (...) O nível de agressividade desta raça é quase inexistente se for criado com amor e disciplina. (...) Tê-los é sinónimo de ter um animal de estimação muito dedicado aos donos, amigável, energético e muito brincalhão. É sem dúvida um cão de família e muito paciente com crianças. (...) 
Estão sempre disponíveis para uma brincadeira. (...) adoram saltos, atividades físicas, buscas e brinquedos. (...) São muito teimosos e a sua teimosia aliada aos seus picos de energia não são fáceis de lidar para um dono inexperiente. É necessário muita paciência, calma e assertividade para educar esta raça. (...) Podem ter comportamentos invulgares, picos de energia, serem um pouco brutos e teimosos. Mas sem dúvida que é um cão muito meigo e dedicado aos seus donos."

Estas foram as perguntas que mais me fizeram acerca da raça e do próprio Kazaar e espero que este post seja esclarecedor em relação a algumas particularidades da raça - e que também ajude a abrir horizontes em relação ao que muitas pessoas pensam sobre estes cães. 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

13# Só se estraga uma casa

Nada me poderia ter alertado para o facto de vir a ter um cão no inicio deste ano. Falava muito de ter um animal de estimação mais interativo [porque já temos duas tartarugas], porque desde que sou pessoa que sempre tive animais em casa (cães, gatos, galinhas, coelhos, hamsters, etc) e sentia muita a falta da presença de um animal. 

Para que não fiquem com dúvidas, fiquem conscientes que tratamos as tartarugas muito bem - foi o meu próprio namorado que construiu o aquário em cima de uma mesinha de centro com rodas para que as possamos mudar sempre para uma zona onde haja sol - mas são animais que não foram feitos para andarem aninhados em mantas com os donos. Elas são felizes à sua maneira e essa maneira não é, de todo, estar em contacto a toda a hora connosco.

Mas ele sempre me dizia "Gatos nem pensar, não confio neles, bla bla bla" e sim, sabe lá ele o que é ser-se dono de um gato, um animal inteligente, independente, com grande personalidade! No entanto, eu nem insistia muito pelos gatos, também falava de cães (que aí sim, já era a praia dele) e a resposta era sempre a mesma "Cães também não dá, acho que não temos horários, sai caro, não temos orçamento, etc, etc...". Foi tanto tempo disto que acabou por encaixar na minha cabeça que não tínhamos espaço suficiente nem tempo nem dinheiro.

Houve uma altura no mês passado em que estive mais em baixo, adoentada, cansada... e quando cheguei a casa dos meus pais procurei logo pelo meu gato e quando me disseram que tinha ido à rua [temos um quintal aberto, o meu gato anda na rua] as lágrimas vieram-me aos olhos porque naquele momento eu só queria o meu gato. Não queria abraços, nem chocolates, nem piadas: só passar a mão por aquele pêlo. Honestamente não sei se foi esse o momento que lhe fez um click de como eu precisava de mais um animal cá em casa mas a verdade é que sem eu esperar [e não esperava mesmo porque já o tinha descomposto ao telefone porque estava a demorar muito para vir almoçar xD] ... ele trouxe-me o Kazaar e chorou de emoção comigo. 

E será um momento que eu vou guardar para sempre no meu coração.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Bull Terrier | A Chegada Do Kazaar!

Pois é malta, como todos os seguidores da minha conta do Instagram já estão carecas de saber, eu recebi de presente do meu namorado um cachorrinho. Ele filmou a reação e posso adiantar-vos desde já que chorei baba e ranho, tal e qual o típico video de Youtube de crianças que recebem animais de estimação. E ele também não conseguiu conter as lágrimas ;)

Ele é um Bull Terrier que ainda não tem três meses e foi amor à primeira vista e ao primeiro toque. Estou numa felicidade e harmonia desde que o tenho cá em casa que nem consigo descrever. Mas possivelmente quem for amante de animais vai com certeza perceber do que falo. Neste preciso momento escrevo este post com o... esperem, ainda não vos apresentei. 

Malta, este é o Kazaar!


Como eu estava a dizer, escrevo este post com o Kazaar ao colo porque é disso que ele gosta (para além de andar numa ansiedade para morder tudo o que é calçado...), porque é bebé e é isso que eu lhe dou. Sei que é uma raça que precisa de fortes regras, muita educação e treino mas na mesma dose precisa igualmente de carinho e amor. 

Sempre fui dona de gatos e esta será uma verdadeira aventura para mim mas tenho a certeza [ainda que com muitas peripécias] que vai tudo correr bem!

Aí desse lado querem mais posts sobre o Kazaar? 
Gostariam de saber mais curiosidades sobre ele e sobre a sua raça? 
Se sim, façam perguntas! Terei todo o gosto em responder!